ATENÇÃO
( Nem tudo o que se encontra escrito neste blog é espelho da minha vida! )
:)
Textos
terça-feira, 10 de maio de 2011
sem querer? não
domingo, 27 de março de 2011
não permitirei que aconteça , nem tão pouco deixarei !
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
apenas isto

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
estado: ausente
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
não percebo.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
outra vez, depois da 'última vez'
sábado, 11 de dezembro de 2010
mil e um assuntos
sábado, 20 de novembro de 2010
verbo não esquecer
domingo, 31 de outubro de 2010
por favor.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
ni
Olhei e mais uma vez não te encontrei, pensei. Eu não imaginava a minha partida sem a tua companhia. Agora é diferente: quando oiço o toque de saída, tu já não me vais procurar. quando acabo de almoçar ou simplesmente nos intervalos, tu já não estás lá para irmos fazer a « fotossíntese». nas aulas já não te posso procurar para te contar as novidades. nas horas de almoço, já não existe nenhum jardim (morgado). já não há os famosos trabalhos de grupo em tua casa. Não vai haver um fim neste nosso caminho, porque desde que os nossos caminhos se cruzaram (tal como os nossos cabelos: microscópio), tu deixas-te uma parte de ti no meu caminho!sábado, 18 de setembro de 2010
Fernando Pessoa
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente!
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-as.
Se perder um amor, não se perca!...
Se o achar, segure-o!»
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
A prisão do silêncio, Torey Hayden
domingo, 22 de agosto de 2010
the end
Não quero saber mais do teu abraço, que procurava todas as noites na escuridão. Fartei-me dos teus enigmas que me entregavas em cada olhar que partilhavas comigo. Foram tentativas que caiam constantemente no mesmo abismo, no mesmo abismo em que me salvas-te um dia. Nunca foste capaz de me afirmar o que sentias, sem mudares o sentido das palavras da tua primeira construção, tu não conseguias construir uma frase, nem tão pouco manter um dialogo. Tu apenas juntavas palavras que te pareciam semelhantes e davas vida às tuas famosas frases que mais tarde tu chegarias para mudar de novo. Nunca soubeste parar quando te davam essa oportunidade, trepavas os teus objectivos e sempre tentas-te antecipar o que já estava planeado. Não respeitavas ninguém quando alguém te fazia frente, quando alguém conseguia derrubar-te, tu vingavas-te naqueles que tinhas em plena consciência.
